Aquarismo para iniciantes: o que é essencial saber?

 

Não montou um aquário ainda, porque acha que aquário da muito trabalho?

 

Hoje, vamos te dar dicas de como montar um lindo aquário de maneira simples e eficiente e te mostrar que essa história de que aquário da muito trabalho é coisa do passado. Acertando nos cinco parâmetros básicos do aquarismo para iniciantes, você será capaz de montar qualquer aquário. Confira quais são eles:

Substrato

É determinante na montagem do seu aquário. Quando escolhemos um cascalho de origem calcárea é necessário saber que neste caso o nosso aquário sempre terá uma água mineralizada e de PH tendendo a alcalino. Ou seja, não poderemos habitar este aquário com peixes de igarapé amazônico (água ácida e de mineralização quase zero)
Quando estamos escolhendo o substrato, estamos sem perceber, determinando qual tipo de ecossistema vamos reproduzir dentro de nossa casa. É isso que temos que ter em mente na hora de montar um aquário, a escolha não é simples como marinho ou de água-doce, mas sim: O que você deseja? Existem várias opções como, por exemplo, ciclídeos africanos, igarapé amazônico, recife de coral, aquário plantado, dentre vários outros ecossistemas aquáticos.

Fazendo a opção fica tudo mais fácil. Também é considerado “substrato” todos os outros elementos que vão interagir quimicamente no ambiente do seu aquário, como elementos decorativos, materiais filtrantes, e principalmente a água do aquário.

Devemos, portanto, escolher com cuidado todos os elementos que irão constituir o nosso aquário!

Iluminação

Exceto algumas bactérias que vivem em fontes termais e pouquíssimas outras formas primitivas de vida, tudo o que nós conhecemos como forma de vida na face da terra depende da luz para sobreviver, ou seja, sem luz não há vida! No aquário não poderia ser diferente. Seguindo a mesma lógica da escolha do substrato, nós devemos adequar a iluminação ao sistema que gostaríamos de ter.

Devemos fazer sempre uma comparação com ambientes naturais que são aqueles que queremos reproduzir (aí está a chave do sucesso). Por exemplo, um recife de corais multicoloridos próximos à superfície do mar de águas cristalinas. Obviamente este ambiente é dos mais ensolarados que existe, neste caso a nossa escolha seria por um sistema de forte iluminação para este aquário.

O inverso é verdadeiro. Imagine peixes nativos das margens de igapós amazônicos nadando entre as raízes de árvores frondosas, pequenos braços de rios ou regiões alagadiças com águas cor de chá. Neste caso a luz deverá ser de intensidade mediana.

Nunca se esqueça de que a luz é uma forma de energia, ou seja, ela irradia calor para o aquário. Por isso vamos para o próximo item.

Controle de temperatura

É errado imaginarmos que nós devemos aquecer a água do nosso aquário. Na verdade nós devemos monitorar e manter a temperatura constante.

E qual é a temperatura? A temperatura adequada para reproduzir as mesmas condições do meio ambiente que nós queremos retratar. A resposta será sempre a mesma. O critério mais importante é tentar copiar a natureza. A partir de literatura especializada você poderá encontrar as características principais das espécies que deseja colocar no aquário, tais como temperatura, PH, alimentação, etc…

Resolvido isto, como controlar a temperatura? Como na maioria das vezes o problema maior se resume ao aquecimento, basta manter um aquecedor com termostato adequado ao tamanho do aquário (em geral na proporção de 1 Watt por litro). Este aparelho fará o controle da temperatura, só aquecendo quando necessário e se mantendo desligado nos outros períodos, mantendo a temperatura desejada. Quando a questão é o resfriamento do aquário, o assunto é mais delicado.

Certos sistemas aquáticos necessitam de uma grande quantidade de equipamentos (devido à sofisticação do projeto), neste caso quanto mais fontes geradoras de calor (ex. lâmpadas, bombas submersas, filtros, etc.) maior será o ganho de temperatura deste aquário, podendo chegar a uma temperatura inaceitável. A solução deste problema está no uso de um resfriador com termostato (chiller). Este aparelho, que se parece no seu funcionamento com um pequeno ar condicionado, resfria a água que passa no seu interior, e o termostato irá controlar a temperatura do aquário conforme a necessidade estabelecida. Outro equipamento que pode ser usado é um pequeno ventilador (cooler), que sopra sobre a lâmina da água e resfria o aquário.

Observe a importância de se exercer o controle sobre a temperatura do sistema, excetuando os mamíferos e as aves, todos os outros seres vivos têm a temperatura do seu corpo regulada pelo meio em que eles vivem, ou seja, fornecer temperatura adequada aos peixes de seu aquário é fornecer condições de sobrevivência.

Movimentação da água

Imagine um grande rio de águas rápidas e fundo pedregoso desses que temos aos montes na serra do mar, ou então um grande açude em uma fazenda ou então um costão rochoso à beira mar. De acordo com o regime das águas, que ambiente deveremos reproduzir no aquário para a sobrevivência dos seus habitantes?

Novamente fazendo uma breve pesquisa encontraremos a melhor maneira de estabelecer a movimentação da água do nosso aquário de acordo com cada ecossistema aquático.

De modo geral, em ecossistemas menos complexos, uma simples bomba de circulação ou um pequeno filtro são suficientes para a reprodução do ecossistema escolhido em seu aquário. Outros projetos exigem uso de aparelhos que simulam a movimentação das ondas do mar (Wave makers). Tudo é uma questão de adequação ao meio ambiente criado.

Vale a pena lembrar que excessos de decorações e objetos dentro do aquário diminuem a movimentação de água, por se tornarem anteparos, mas isso pode ser uma alternativa benéfica em diversos projetos.

Sistemas de filtragem

Devemos ter sempre em mente que o aquário é um sistema fechado e, por isso, tudo o que colocamos lá dentro fica lá dentro, ou seja, é um sistema que tende à acumulação e por consequência ao colapso, por isso a utilização de um sistema de filtragem adequado é extremamente recomendado.

Este é um assunto polêmico, pois a própria palavra filtragem nos dá margem a diversas interpretações. Temos muitos tipos de sistemas de filtragem e todos utilizáveis no aquarismo, como por exemplo, filtragem biológica, mecânica, química, o uso de aparelhos germicidas, etc. Porém para simplificar, apresentaremos apenas a filtragem biológica, que é a única imprescindível para os sistemas aquáticos, pois mantém o sistema em equilíbrio, destacando que este equilíbrio é dinâmico.

Excesso de alimentação, fezes e animais mortos entrarão em decomposição e os subprodutos desta decomposição, que são tóxicos, serão metabolizados pela ação da filtragem biológica, transformando-os em produtos menos tóxicos que podem reintegrar à cadeia alimentar. Este dinamismo se apresenta no aquário em forma de ciclos iguais aos da natureza (ciclo do Nitrogênio). A ruptura deste ciclo causa o desequilíbrio do sistema, que pode ser extremamente danosa a qualquer aquário, como por exemplo, quando há um excesso de alimentação.

É normal sobrar um pouco de alimento após as refeições dos peixes do aquário, mas se por algum motivo esta sobra for maior do que a filtragem conseguir transformar, imediatamente haverá um aumento de amônia tóxica, que poderá levar a morte dos peixes de seu aquário.

Portanto, para manter o equilíbrio do sistema aquático, além dos sistemas de filtragem em funcionamento (seja mecânico ou químico), é fundamental que se complemente a manutenção dos ecossistemas com trocas parciais da água (em geral apenas 20% do volume bruto de água do aquário por mês). Isto rompe o princípio de acumulação que criamos e evita a sua saturação, promovendo a renovação do ambiente e um aquário saudável e equilibrado.

fonte: petlove.com.br

 
 
 

 
 
 
       
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Situado em uma serra de Itabaiana, cidade do estado de Sergipe, o Parque dos Falcões é um ponto turístico bem atraente, a 45 Km da capital de Sergipe, Aracaju, foi construído José Percílio e Alexandre Correia no ano de 1999 com autorização do IBAMA. Cuidando de mais de 300 aves, entre, pombos, falcões, corujas, gaviões socós-boi etc. O Parque dos Falcões é referência mundial no manejo, reprodução e reabilitação desses animais.

agendadas e ocorrem somente às 9h e às 14h.

Faça seu agendamento através dos telefones: (79) 99962-8396 | 99885-2522 | 99945-9020.

As visitas turísticas incluem apresentação oral e audiovisual da história, missão e técnicas de manejo do Instituto; apresentação dos hábitos de vida das aves de rapina; e fotografias com os animais em punho.

 

Site: http: www.parquedosfalcoes.com.br/

 
 
 
 
Descrição
 

Rottweiler

Eles são grandes, fortes e apesar da cara de mau são cães muito amorosos e extremamente apegados aos donos. Uma raça muito antiga, os antecessores dos Rottweilers acompanhavam as legiões romanas pelos caminhos percorridos. Uma das paradas obrigatórias dos soldados ficava do sul da Alemanha, um centro comercial e administrativo muito importante que se desenvolveu ainda mais com a presença dos romanos. Os prédios mais importantes receberam telhas vermelhas e a região passou a ser conhecida como Rottwill que significa vila vermelha. Com o tempo o nome mudou para Rottweil e é conhecida assim até hoje. Bom, já deu para ver a origem do nome da raça Rottwiler, né? Por volta de 250 D.C os romanos foram expulsos da região por tribos locais e muitos dos cães foram deixados para trás, a população passou então a criá-los. O cachorro Rottwiler chegou a América em 1928 e foi registrado pelo American Kennel Club em 1931.

 
 

Pug

Essa raça é uma das mais antigas que existe. Foram encontrados vestígios de cães muito parecidos com o Pug datados de 1700 antes de Cristo! No entanto não se tem certeza absoluta de sua origem, existem teorias de que o Pug surgiu do cruzamento de diversas outras raças como o Pequinês ou ainda o Mastife Francês. O que se tem certeza é de que os Pugs surgiram na China e eram cachorros pertencentes à realeza. Esses cãezinhos foram levados para a Holanda e a partir de lá atingiram outros países da Europa onde receberam diferentes nomes. Na França ficaram conhecidos como Carlin, na Espanha Dugollo, na Alemanha Mops e na Itália eram chamados de Caganlino. Os Pugs chegaram aos EUA após a Guerra Civil e foram reconhecidos como raça pelo Kennel Club em 1885.

 
 

Azul Russo

Conhecido também como “o tímido desconfiado”, o gato azul russo é, como o nome já indica, originário da Rússia, muito provavelmente da cidade portuária de Arkhangelsk e também da Escandinávia. Passou a ser levado para outras partes da Europa em 1860, tendo a Inglaterra como principal destino. Um gato afável e tímido, ele é muito sensível às emoções humanas e é muito bom em se entreter sozinho. Por ser um gato muito tranquilo e independente, se dá bem com pessoas que moram sozinhas e idosos.

Sua personalidade desconfiada e tímida faz com que não seja um bom companheiro para crianças, principalmente as que são mais agitadas, podendo se sentir intimidado e assustado.

 
 

Maine Coon

Com um comprimento que pode chegar a 100 centímetros, a raça Maine Coon é uma das maiores raças de gatos domésticos.

Ele é considerado a raça americana de pelo longo mais antiga. Sua origem é desconhecida, mas a suspeita é que ele seja um cruzamento de gatos europeus de pelo longo com gatos americanos de pelo curto.

O gato gigante Maine Coon é conhecido no mundo como “gigante gentil”. Além disso, ele é muito conhecido por sua habilidade em caçar ratos. No Brasil, só há registro desses gatos nas últimas duas décadas.