Cartórios de sete Estados já emitem registro de animais

 de estimação

 

Considerados parte da família por muitos brasileiros, animais de estimação já podem ser registrados em cartório.

O documento, uma espécie de ‘certidão de nascimento’, traz informações como nome do bichinho, raça, cor da pelagem, marcas –como cicatrizes–, fotos, registro na prefeitura, histórico médico e dados do tutor.

A ideia é que ajude, principalmente, em buscas de animais perdidos ou roubados ou em casos de disputas de guarda.

Segundo Robson de Alvarenga, 4º Oficial de Registro de Títulos e Documentos da capital paulista, uma plataforma com campos padronizados para facilitar a pesquisa foi desenvolvida recentemente e está disponível em todo o país.

 

No entanto, a orientação para a emissão é estadual. O valor também varia conforme a região.

Por enquanto, o lançamento oficial da plataforma da central nacional de registro de animais de estimação já ocorreu no Rio, Paraná, Santa Catarina, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Ainda assim, como a adesão não é obrigatória, é possível que nem todos os cartórios desses Estados estejam integrados ao sistema.

A expectativa é de que o cadastro seja lançado em breve em São Paulo e até o fim do ano em todo o país.

“Não é um registro civil, não é o reconhecimento de que [os animais] são ‘pessoas’. O registro serve para proteger o animal do próprio dono [para comprovar a guarda em caso de maus-tratos] e para a proteção do dono no caso de outros que queiram subtrair o bichinho”, afirma Alvarenga, que participou do desenvolvimento do sistema.

Já era possível registrar uma declaração de posse do animal. A novidade, agora, é que os dados de cadastro são padronizados e centralizados nessa plataforma.

O formulário também pode ser preenchido on-line, no site do Serviço Nacional dos Cartórios de Títulos e Documentos.

Fonte: Folha de São Paulo

 
 
 
 

 
 
 
       
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Situado em uma serra de Itabaiana, cidade do estado de Sergipe, o Parque dos Falcões é um ponto turístico bem atraente, a 45 Km da capital de Sergipe, Aracaju, foi construído José Percílio e Alexandre Correia no ano de 1999 com autorização do IBAMA. Cuidando de mais de 300 aves, entre, pombos, falcões, corujas, gaviões socós-boi etc. O Parque dos Falcões é referência mundial no manejo, reprodução e reabilitação desses animais.

agendadas e ocorrem somente às 9h e às 14h.

Faça seu agendamento através dos telefones: (79) 99962-8396 | 99885-2522 | 99945-9020.

As visitas turísticas incluem apresentação oral e audiovisual da história, missão e técnicas de manejo do Instituto; apresentação dos hábitos de vida das aves de rapina; e fotografias com os animais em punho.

 

Site: http: www.parquedosfalcoes.com.br/

 
 
 
 
Descrição
 

Rottweiler

Eles são grandes, fortes e apesar da cara de mau são cães muito amorosos e extremamente apegados aos donos. Uma raça muito antiga, os antecessores dos Rottweilers acompanhavam as legiões romanas pelos caminhos percorridos. Uma das paradas obrigatórias dos soldados ficava do sul da Alemanha, um centro comercial e administrativo muito importante que se desenvolveu ainda mais com a presença dos romanos. Os prédios mais importantes receberam telhas vermelhas e a região passou a ser conhecida como Rottwill que significa vila vermelha. Com o tempo o nome mudou para Rottweil e é conhecida assim até hoje. Bom, já deu para ver a origem do nome da raça Rottwiler, né? Por volta de 250 D.C os romanos foram expulsos da região por tribos locais e muitos dos cães foram deixados para trás, a população passou então a criá-los. O cachorro Rottwiler chegou a América em 1928 e foi registrado pelo American Kennel Club em 1931.

 
 

Pug

Essa raça é uma das mais antigas que existe. Foram encontrados vestígios de cães muito parecidos com o Pug datados de 1700 antes de Cristo! No entanto não se tem certeza absoluta de sua origem, existem teorias de que o Pug surgiu do cruzamento de diversas outras raças como o Pequinês ou ainda o Mastife Francês. O que se tem certeza é de que os Pugs surgiram na China e eram cachorros pertencentes à realeza. Esses cãezinhos foram levados para a Holanda e a partir de lá atingiram outros países da Europa onde receberam diferentes nomes. Na França ficaram conhecidos como Carlin, na Espanha Dugollo, na Alemanha Mops e na Itália eram chamados de Caganlino. Os Pugs chegaram aos EUA após a Guerra Civil e foram reconhecidos como raça pelo Kennel Club em 1885.

 
 

Azul Russo

Conhecido também como “o tímido desconfiado”, o gato azul russo é, como o nome já indica, originário da Rússia, muito provavelmente da cidade portuária de Arkhangelsk e também da Escandinávia. Passou a ser levado para outras partes da Europa em 1860, tendo a Inglaterra como principal destino. Um gato afável e tímido, ele é muito sensível às emoções humanas e é muito bom em se entreter sozinho. Por ser um gato muito tranquilo e independente, se dá bem com pessoas que moram sozinhas e idosos.

Sua personalidade desconfiada e tímida faz com que não seja um bom companheiro para crianças, principalmente as que são mais agitadas, podendo se sentir intimidado e assustado.

 
 

Maine Coon

Com um comprimento que pode chegar a 100 centímetros, a raça Maine Coon é uma das maiores raças de gatos domésticos.

Ele é considerado a raça americana de pelo longo mais antiga. Sua origem é desconhecida, mas a suspeita é que ele seja um cruzamento de gatos europeus de pelo longo com gatos americanos de pelo curto.

O gato gigante Maine Coon é conhecido no mundo como “gigante gentil”. Além disso, ele é muito conhecido por sua habilidade em caçar ratos. No Brasil, só há registro desses gatos nas últimas duas décadas.