Cuidado com Diabetes em cães
 

A diabetes é uma doença conhecida em nós humanos, mas você sabia que ela também pode se manifestar em nossos amigos peludos? E não é tão raro assim. Mas basta ficar atento aos sinais e iniciar o tratamento o quanto antes que seu bichinho pode levar uma vida normal. Vamos falar um pouco sobre a diabetes em cães e quais cuidados tomar.

Causas da diabetes em cães

A diabetes é uma doença metabólica, onde a produção de insulina é diminuída, influenciando no nível de açúcar no sangue.


O surgimento da diabetes em cães pode se dar por diversos motivos: causas genéticas, infecções, medicamentos mal administrados, mas principalmente obesidade e idade avançada.

Algumas raças costumam apresentar com mais frequência a diabetes, entre elas o Yorkshire Terrier. Por isso hoje eu vou te contar a história do Tobby, um York de 13 anos que descobriu diabetes recentemente.

Sintomas

Os principais sintomas da diabetes em cães são:

1) Sede excessiva.

2) Urina em excesso.

3) Fome acima do normal.

Outro sintoma da diabetes e que foi identificada no Tobby é a alta concentração de açúcar na urina. A Nicoli disse que a família começou a sentir um aroma adocicado vindo da urina do cachorro e até mesmo em seu hálito. É comum também perceber-se o acúmulo de formigas onde o animal urina, confirmando a presença excessiva de açúcar ali.

Tratamento

Bom, a diabetes não tem cura, infelizmente. Mas pode ser controlada e o animal pode levar uma vida normal se a medicação for dada corretamente.

Após o diagnóstico de um médico veterinário e a confirmação da diabetes, o cãozinho deve começar a tomar insulina duas vezes por dia, ter uma alimentação absolutamente controlada e balanceada e realizar exercícios físicos. Todos esses fatores juntos, farão com que animal tenha uma vida saudável.

O Tobby está tomando injeções de insulina de manhã e de noite (a cada 12 horas) além do remédio para controle de triglicérides. A fome descomunal dele voltou ao normal (que significa muita fome no caso dele), mas as coisas mudaram por lá! Agora ele come regularmente três vezes ao dia e antes das aplicações de insulina. Desde então o Tobby está ótimo e não teve nenhum problema com essa doença.

Ah! A Nicoli disse para contar que a injeção não dói, pois a agulha é beeeem fininha. No começo ela tinha receio de aplicar, mas hoje já faz parte da rotina do Tobby e da família.

 
 
 
 

 
 
 
       
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Situado em uma serra de Itabaiana, cidade do estado de Sergipe, o Parque dos Falcões é um ponto turístico bem atraente, a 45 Km da capital de Sergipe, Aracaju, foi construído José Percílio e Alexandre Correia no ano de 1999 com autorização do IBAMA. Cuidando de mais de 300 aves, entre, pombos, falcões, corujas, gaviões socós-boi etc. O Parque dos Falcões é referência mundial no manejo, reprodução e reabilitação desses animais.

agendadas e ocorrem somente às 9h e às 14h.

Faça seu agendamento através dos telefones: (79) 99962-8396 | 99885-2522 | 99945-9020.

As visitas turísticas incluem apresentação oral e audiovisual da história, missão e técnicas de manejo do Instituto; apresentação dos hábitos de vida das aves de rapina; e fotografias com os animais em punho.

 

Site: http: www.parquedosfalcoes.com.br/

 

Em construção 

 
 
Descrição
 

Rottweiler

Eles são grandes, fortes e apesar da cara de mau são cães muito amorosos e extremamente apegados aos donos. Uma raça muito antiga, os antecessores dos Rottweilers acompanhavam as legiões romanas pelos caminhos percorridos. Uma das paradas obrigatórias dos soldados ficava do sul da Alemanha, um centro comercial e administrativo muito importante que se desenvolveu ainda mais com a presença dos romanos. Os prédios mais importantes receberam telhas vermelhas e a região passou a ser conhecida como Rottwill que significa vila vermelha. Com o tempo o nome mudou para Rottweil e é conhecida assim até hoje. Bom, já deu para ver a origem do nome da raça Rottwiler, né? Por volta de 250 D.C os romanos foram expulsos da região por tribos locais e muitos dos cães foram deixados para trás, a população passou então a criá-los. O cachorro Rottwiler chegou a América em 1928 e foi registrado pelo American Kennel Club em 1931.

 
 

Pug

Essa raça é uma das mais antigas que existe. Foram encontrados vestígios de cães muito parecidos com o Pug datados de 1700 antes de Cristo! No entanto não se tem certeza absoluta de sua origem, existem teorias de que o Pug surgiu do cruzamento de diversas outras raças como o Pequinês ou ainda o Mastife Francês. O que se tem certeza é de que os Pugs surgiram na China e eram cachorros pertencentes à realeza. Esses cãezinhos foram levados para a Holanda e a partir de lá atingiram outros países da Europa onde receberam diferentes nomes. Na França ficaram conhecidos como Carlin, na Espanha Dugollo, na Alemanha Mops e na Itália eram chamados de Caganlino. Os Pugs chegaram aos EUA após a Guerra Civil e foram reconhecidos como raça pelo Kennel Club em 1885.

 
 

Azul Russo

Conhecido também como “o tímido desconfiado”, o gato azul russo é, como o nome já indica, originário da Rússia, muito provavelmente da cidade portuária de Arkhangelsk e também da Escandinávia. Passou a ser levado para outras partes da Europa em 1860, tendo a Inglaterra como principal destino. Um gato afável e tímido, ele é muito sensível às emoções humanas e é muito bom em se entreter sozinho. Por ser um gato muito tranquilo e independente, se dá bem com pessoas que moram sozinhas e idosos.

Sua personalidade desconfiada e tímida faz com que não seja um bom companheiro para crianças, principalmente as que são mais agitadas, podendo se sentir intimidado e assustado.

 
 

Maine Coon

Com um comprimento que pode chegar a 100 centímetros, a raça Maine Coon é uma das maiores raças de gatos domésticos.

Ele é considerado a raça americana de pelo longo mais antiga. Sua origem é desconhecida, mas a suspeita é que ele seja um cruzamento de gatos europeus de pelo longo com gatos americanos de pelo curto.

O gato gigante Maine Coon é conhecido no mundo como “gigante gentil”. Além disso, ele é muito conhecido por sua habilidade em caçar ratos. No Brasil, só há registro desses gatos nas últimas duas décadas.